A vivencia do ser humano é regida por diversos motores psicológicos com diferentes ordens de grandeza dentro da psicologia humana, a definição dessas estrutura de prioridades, encontra-se bem estabelecida e compreendida pela psicologia moderna através da pirâmide de maslow onde a satisfação das necessidades fisiológicas se encontra na base e a realização artística, espiritual, criativa e filosófica no topo, com a segurança imediatamente acima das necessidades fisiológicas, seguida da integração social e o reconhecimento e mérito profissional e social no degrau imediatamente subjacente a realização espiritual, artística, criativa e filosófica. Esta estratificação da realização humana não é algo de novo e restrito á cultura ocidental, esta presente nas filosofias orientais e também na antiguidade clássica onde os filósofos gregos nomeadamente Platão na sua obra A república de Platão fundamentava a sua concepção social nas características psicológicas dos indivíduos onde o respeito pelos motores psicológicos do homem era uma condição essencial para a coesão e sustentação social. Neste caso A sistematização e síntese efectuada por maslow consistiu basicamente na utilização de uma roupagem linguística e forma compatível com a cultura e ciência actual. Ao tentarmos analisar a importância real da tecnologia para o homem temos de a contextualizar dentro desta estratificação de prioridades e verificar onde e de que forma a tecnologia desempenha um papel no atingir pelo homem destes patamares de realização. O papel desempenhado pela tecnologia actualmente adquiriu contornos que se estendem muito para alem da sua função meramente técnica, onde a sua função primordial de meio facilitador se transformou em fim em si própria deturpando o seu real valor. O conhecimento cientifico não é sinónimo de aparatos tecnológicos, o desenvolvimento tecnológico aparece como tentava de resolução de problemas " a necessidade aguça o engenho" a tecnologia consiste no utilizar do conhecimento do mundo natural como forma de superar um problema que vai condicionar a realização de um dos patamares da pirâmide de maslow (fisiologia, segurança, social, reconhecimento), para alem disso o conhecimento do mundo natural é também o conhecimento do próprio Homem e este sim estará bastante mais próximo e contribuirá de forma directa para a realização do potencial interno de cada individuo-o. Para alem de ser um meio por excelência atravez do qual conseguimos suprir as nossas necessidades tisiológicas e de segurança o papel seguinte e logico desempenhado pela tecnologia seria facultar ao homens a possibilidade de se libertar no seu dia a dia das funções “inferiores” ( comida e segurança ) reduzido o tempo no desempenho dessas funções e assim lhe possibilitando o trabalhar nos outros patamares de realização. Numa sociedade realmente evoluida e diferenciada das sociedades ditas inferiores o factor diferencial teria de ser a percentagem populacional com possibilidade de ascender na sua na realização como seres humanos
Para alem de ser um meio por excelência através do qual conseguimos suprir as nossas necessidades fisiológicas e de segurança o papel seguinte e lógico desempenhado pela tecnologia seria facultar ao homem a possibilidade de se libertar no seu dia a dia das funções “inferiores” ( comida e segurança ) reduzindo o tempo no desempenho dessas funções e assim lhe possibilitando o trabalhar nos outros patamares de realização. Numa sociedade realmente evoluída e diferenciada das sociedades ditas inferiores o factor diferencial teria de ser a percentagem populacional com possibilidade de ascender na sua realização como seres humanos. Na sociedade ocidental actual podemos constatar que o motor que se encontra na base do desenvolvimento tecnológico define-se genericamente como sendo o Lucro, podemos assim tentar definir a estrutura psicológica da elite económica vigente e assim tentar compreender se defacto a tecnologia cumpre a sua função, Na estratificação psicológica do homem como vimos anteriormente a procura do lucro pelo lucro poderá se caracterizar de três formas: 1ª satisfação das necessidades básicas 2ª Inserção social 3ª Reconhecimento e PODER Sendo sem duvida a 3ª a mais evidente Logicamente podemos constatar que as prioridades de uma elite desta ordem não constituí o seu melhoramento pessoal, o seu crescimento com ser humano, mas sim a satisfação dos suas necessidades fisiológicas e o contrabalançar dos seus medos através do poder. Defacto diferentde prioridades de ordem superior normais numa classe dirigente Assim que a tecnologia tem defacto aspectos mt positivos mas a evolução social n se pode medir pela presença ou não de aparatos tecnológicos, pois a sua função primordial seria facultar ao homem as condições para se melhorar e se realizar pessoal, socialmente, espiritualmente e assim ser feliz, para defacto constituir uma mais valia. A tecnologia possibilitou a abundância, mas n nos deu ainda o tempo para subirmos uns degraus no patamar da realização, não por culpa própria pois sem duvida que existem os meios técnicos para o fazer, mas essa técnica ainda não tem o poder de fazer evoluir a mentalidade das classes dirigentes. Para alem disso a tecnologia adquiriu outra característica passou de meio facilitador para sinónimo de status e reconhecimento, a posse de um bom carro, um LCD, Um bom tlm, n é uma condição de exclusão mas auxilia a inserção social. Assim estamos a consumir tecnologia e a desenvolver tecnologia não com o intuito de nos facilitar o dia a dia, mas como forma de reconhecimento , obrigando á produção em massa tornando-nos “escravos” dessa mesma tecnologia. Assim podemos concluir que o grau de evolução de uma sociedade não advêm da quantidade tecnológica desenvolvida mas o grau de evolução dos seus cidadãos e a importância da tecnologia deriva da sua capacidade de criar as condições que possibilitem a realização do homem.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Visão Ocidental e Oriental da patologia e realidade
Visão Ocidental e Oriental da patologia e realidade
A visão ocidental e oriental da patologia não é apenas diferente no sentido de terem lógicas causais diferenciadas, mas e mais importante descrevem a sua causalidade em dimensões distintas mas intrinsecamente ligadas, da mesma forma que toda a química da matéria é indiferenciavel das suas cargas eléctricas e campos magnéticos para justificar toda a sua fenomenologia.
A visão oriental da patologia é sustentada no facto de a todos os corpos estar associada uma carga energética (electrica-magnetica) num sentido estrito, que lhe dá a organização estrutural e sustem a entropia impedindo assim a desagregação do corpo, procedendo a patologia da perturbação do fluxo enérgico que sustenta a sua organização possibilitando assim o desencadear da entropia e do processo patológico.
As duas visões neste sentido complementam-se, pois a medicina descreve meticulosamente e intervém na estrutura mensurável da matéria, mas falha na contemplação das forças envolvidas na dinâmica que se sobrepoe aos movimentos da mesma, tornando-se assim pouco preventiva e muito sintomática.
A lógica ocidental fecha os olhos a causa primeira ao negar as evidencias quanto á estrutura da realidade, onde o que de facto forma o tecido do mundo onde vivemos são forças invisíveis onde o electro magnetismo desempenha um papel fundamental, mas não limita so por si todas as dimensões e espectros possives da energia, mas demonstra sim a limitação da nossa tecnologia actual para a detecção de todas as forças envolvidas na construção do universo, a esta conclusão chegou a física recentemente ao calcular a matéria e energia necessárias ao universo para o tornar coerente, concluindo assim existir a necessidade da existência de dimensões da matéria e energia ainda por contemplar.
A nossa percepção da realidade resulta de um processo de evolução de milhões de anos onde a interacção entre os nossos órgãos dos sentidos a sua sensibilidade e o mundo envolvente produzio uma selecção natural dos aspectos da realidade a detectar primordialmente, bem como a forma relevante para nós de representação dos mesmos no nosso cérebro, assim teremos que levar em consideração que a realidade a que temos acesso resulta de um processo de selecção natural com o preposito de produzir o maior índice de sobrevivência dos individo-os, criando assim uma imagem apenas com esse mesmo preposito de assegurar a sobrevivencia, podendo não contemplar todos os aspectos da realidade ou mesmo distorcendo-a.
Procurei salientar este aspecto, pois a ciência pós a nu precisamente este facto quando revelou que a estrutura da matéria é essencialmente espaço vazio onde os núcleos e electrões propriamente ditos ocupam apenas uma fracção muito diminuta da área estrutural da matéria, restando entre as partículas incomensoravelmente mais espaço "vazio" que propriamente aquilo que nos tomamos como sendo matéria. Esta afirmação produz uma serie de questões deveras interessantes, pois ao observarmos a realidade no nosso dia-dia constatamos que os nossos sentidos nos proporcionam a observação de uma realidade onde a continuidade é uma constante.. quando observamos uma mesa , uma cadeira, uma parede, etc, não vemos um conjunto de pontos ligados por espaço vazio ou a mesa se torna invisível... mas se pensarmos um pouco verificamos que a imagem que nos é dada não se torna lógica pela nossa forma de pensar actual, pois o para nós constitui o tecido da realidade é a matéria e o nosso mundo é estatisticamente maioritariamente constituído por espaço vazio ( campos electromagneticos e outros espectros energéticos ), logo o que de facto estamos a ver é o modelo da realidade que pode produzir efeitos mais evidentes e imediatos sabre nós resultante de um processo de selecção natural onde os campos electro-magnecticos-energéticos desempenham um papel fulcral na realidade e são indispensáveis para a sua compreensão.
Assim não posso deixar de constatar o quanto se torna ilógico neglegenciar a dimensão energética da realidade independentemente se se tratar do aspecto micro ou macroscopico da mesma, pois os nossos orgãos sensitivos e cérebros procedem desta forma com o intuito pragmático de nos transmitir a imagem mais capaz produzir um mundo onde a realidade envolvente é passível de ser manipulável, resultando essa realidade de uma construção sobre os campos energéticos em vez das partículas materiais propriamente ditas. Assim o que nos tomamos como matéria na realidade não passa essencialmente de energia.
A visão ocidental e oriental da patologia não é apenas diferente no sentido de terem lógicas causais diferenciadas, mas e mais importante descrevem a sua causalidade em dimensões distintas mas intrinsecamente ligadas, da mesma forma que toda a química da matéria é indiferenciavel das suas cargas eléctricas e campos magnéticos para justificar toda a sua fenomenologia.
A visão oriental da patologia é sustentada no facto de a todos os corpos estar associada uma carga energética (electrica-magnetica) num sentido estrito, que lhe dá a organização estrutural e sustem a entropia impedindo assim a desagregação do corpo, procedendo a patologia da perturbação do fluxo enérgico que sustenta a sua organização possibilitando assim o desencadear da entropia e do processo patológico.
As duas visões neste sentido complementam-se, pois a medicina descreve meticulosamente e intervém na estrutura mensurável da matéria, mas falha na contemplação das forças envolvidas na dinâmica que se sobrepoe aos movimentos da mesma, tornando-se assim pouco preventiva e muito sintomática.
A lógica ocidental fecha os olhos a causa primeira ao negar as evidencias quanto á estrutura da realidade, onde o que de facto forma o tecido do mundo onde vivemos são forças invisíveis onde o electro magnetismo desempenha um papel fundamental, mas não limita so por si todas as dimensões e espectros possives da energia, mas demonstra sim a limitação da nossa tecnologia actual para a detecção de todas as forças envolvidas na construção do universo, a esta conclusão chegou a física recentemente ao calcular a matéria e energia necessárias ao universo para o tornar coerente, concluindo assim existir a necessidade da existência de dimensões da matéria e energia ainda por contemplar.
A nossa percepção da realidade resulta de um processo de evolução de milhões de anos onde a interacção entre os nossos órgãos dos sentidos a sua sensibilidade e o mundo envolvente produzio uma selecção natural dos aspectos da realidade a detectar primordialmente, bem como a forma relevante para nós de representação dos mesmos no nosso cérebro, assim teremos que levar em consideração que a realidade a que temos acesso resulta de um processo de selecção natural com o preposito de produzir o maior índice de sobrevivência dos individo-os, criando assim uma imagem apenas com esse mesmo preposito de assegurar a sobrevivencia, podendo não contemplar todos os aspectos da realidade ou mesmo distorcendo-a.
Procurei salientar este aspecto, pois a ciência pós a nu precisamente este facto quando revelou que a estrutura da matéria é essencialmente espaço vazio onde os núcleos e electrões propriamente ditos ocupam apenas uma fracção muito diminuta da área estrutural da matéria, restando entre as partículas incomensoravelmente mais espaço "vazio" que propriamente aquilo que nos tomamos como sendo matéria. Esta afirmação produz uma serie de questões deveras interessantes, pois ao observarmos a realidade no nosso dia-dia constatamos que os nossos sentidos nos proporcionam a observação de uma realidade onde a continuidade é uma constante.. quando observamos uma mesa , uma cadeira, uma parede, etc, não vemos um conjunto de pontos ligados por espaço vazio ou a mesa se torna invisível... mas se pensarmos um pouco verificamos que a imagem que nos é dada não se torna lógica pela nossa forma de pensar actual, pois o para nós constitui o tecido da realidade é a matéria e o nosso mundo é estatisticamente maioritariamente constituído por espaço vazio ( campos electromagneticos e outros espectros energéticos ), logo o que de facto estamos a ver é o modelo da realidade que pode produzir efeitos mais evidentes e imediatos sabre nós resultante de um processo de selecção natural onde os campos electro-magnecticos-energéticos desempenham um papel fulcral na realidade e são indispensáveis para a sua compreensão.
Assim não posso deixar de constatar o quanto se torna ilógico neglegenciar a dimensão energética da realidade independentemente se se tratar do aspecto micro ou macroscopico da mesma, pois os nossos orgãos sensitivos e cérebros procedem desta forma com o intuito pragmático de nos transmitir a imagem mais capaz produzir um mundo onde a realidade envolvente é passível de ser manipulável, resultando essa realidade de uma construção sobre os campos energéticos em vez das partículas materiais propriamente ditas. Assim o que nos tomamos como matéria na realidade não passa essencialmente de energia.
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