quarta-feira, 18 de abril de 2012

Visão Ocidental e Oriental da patologia e realidade

Visão Ocidental e Oriental da patologia e realidade







A visão ocidental e oriental da patologia não é apenas diferente no sentido de terem lógicas causais diferenciadas, mas e mais importante descrevem a sua causalidade em dimensões distintas mas intrinsecamente ligadas, da mesma forma que toda a química da matéria é indiferenciavel das suas cargas eléctricas e campos magnéticos para justificar toda a sua fenomenologia.



A visão oriental da patologia é sustentada no facto de a todos os corpos estar associada uma carga energética (electrica-magnetica) num sentido estrito, que lhe dá a organização estrutural e sustem a entropia impedindo assim a desagregação do corpo, procedendo a patologia da perturbação do fluxo enérgico que sustenta a sua organização possibilitando assim o desencadear da entropia e do processo patológico.







As duas visões neste sentido complementam-se, pois a medicina descreve meticulosamente e intervém na estrutura mensurável da matéria, mas falha na contemplação das forças envolvidas na dinâmica que se sobrepoe aos movimentos da mesma, tornando-se assim pouco preventiva e muito sintomática.







A lógica ocidental fecha os olhos a causa primeira ao negar as evidencias quanto á estrutura da realidade, onde o que de facto forma o tecido do mundo onde vivemos são forças invisíveis onde o electro magnetismo desempenha um papel fundamental, mas não limita so por si todas as dimensões e espectros possives da energia, mas demonstra sim a limitação da nossa tecnologia actual para a detecção de todas as forças envolvidas na construção do universo, a esta conclusão chegou a física recentemente ao calcular a matéria e energia necessárias ao universo para o tornar coerente, concluindo assim existir a necessidade da existência de dimensões da matéria e energia ainda por contemplar.







A nossa percepção da realidade resulta de um processo de evolução de milhões de anos onde a interacção entre os nossos órgãos dos sentidos a sua sensibilidade e o mundo envolvente produzio uma selecção natural dos aspectos da realidade a detectar primordialmente, bem como a forma relevante para nós de representação dos mesmos no nosso cérebro, assim teremos que levar em consideração que a realidade a que temos acesso resulta de um processo de selecção natural com o preposito de produzir o maior índice de sobrevivência dos individo-os, criando assim uma imagem apenas com esse mesmo preposito de assegurar a sobrevivencia, podendo não contemplar todos os aspectos da realidade ou mesmo distorcendo-a.



Procurei salientar este aspecto, pois a ciência pós a nu precisamente este facto quando revelou que a estrutura da matéria é essencialmente espaço vazio onde os núcleos e electrões propriamente ditos ocupam apenas uma fracção muito diminuta da área estrutural da matéria, restando entre as partículas incomensoravelmente mais espaço "vazio" que propriamente aquilo que nos tomamos como sendo matéria. Esta afirmação produz uma serie de questões deveras interessantes, pois ao observarmos a realidade no nosso dia-dia constatamos que os nossos sentidos nos proporcionam a observação de uma realidade onde a continuidade é uma constante.. quando observamos uma mesa , uma cadeira, uma parede, etc, não vemos um conjunto de pontos ligados por espaço vazio ou a mesa se torna invisível... mas se pensarmos um pouco verificamos que a imagem que nos é dada não se torna lógica pela nossa forma de pensar actual, pois o para nós constitui o tecido da realidade é a matéria e o nosso mundo é estatisticamente maioritariamente constituído por espaço vazio ( campos electromagneticos e outros espectros energéticos ), logo o que de facto estamos a ver é o modelo da realidade que pode produzir efeitos mais evidentes e imediatos sabre nós resultante de um processo de selecção natural onde os campos electro-magnecticos-energéticos desempenham um papel fulcral na realidade e são indispensáveis para a sua compreensão.



Assim não posso deixar de constatar o quanto se torna ilógico neglegenciar a dimensão energética da realidade independentemente se se tratar do aspecto micro ou macroscopico da mesma, pois os nossos orgãos sensitivos e cérebros procedem desta forma com o intuito pragmático de nos transmitir a imagem mais capaz produzir um mundo onde a realidade envolvente é passível de ser manipulável, resultando essa realidade de uma construção sobre os campos energéticos em vez das partículas materiais propriamente ditas. Assim o que nos tomamos como matéria na realidade não passa essencialmente de energia.

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